Com toda essa expectativa sobre o filme de Alice que será dirigido por Tim Burton, eu percebi que por mais que soubesse a história das aventuras dessa pequena menina curiosa, interessante e rebelde eu nunca havia realmente lido a história. E com certeza me vi desprovida de todos os detalhes fantasiosos da narativa de Lewis Carroll.
Por uma sorte do destino a Editora Cosac Naify lançou essa edição comemorativa com fotos sensacionais. Eu sou fã das ilustrações de John Tenniel, mas esse volume é como uma releitura fotográfica inspirada nos desenhos originais. São fotos lindas de maquetes super bem iluminadas e de gosto refinado.
Agora voltando a história, ela sendo lida é outra coisa, muito melhor, pois a nossa imaginação navega solta, no ritmo do autor sempre voando longe com a ajuda visual e também neste caso a memória de algum desenho animado ou mesmo um filme de Alice no País das Maravilhas.
É nítida a relação que os personagens desse mundo fantástico tem com algumas personalidades da época e também arquétipos sociais. A história foi escrita em 1865 e continua atual.
Para complementar a leitura nada como a visão de um atista admirável como Tim Burton.


O terceiro livro da Saga Twilight costura todas as histórias esboçadas nos três primeiros livros e cria um conflito final, pouco emocianente ao meu ver, em comparação às aventuras dos outros volumes da saga. Mas de qualquer forma o amadurecimento dos personagens é sentido de forma mais intensa e novas perspectivas surgem para finalizar a saga de amor e transformações na vida de Bella, agora mais do que nunca uma poderosa imortal, perfeita, linda e com grande desenvoltura (chega de tropeções e escorregões).
Eclipse é o terceiro livro da Saga Twilight. Retomei a leitura dessa série depois de aproximadamente um ano que li o 
Esse pequeno livro foi um grande achado. Escrito pela psicanalista junguiana e grande contadora de histórias Clarissa Pinkola Estés, é um magnífico conto sobre perda, sobrevivência, renascimento e esperança.
O terror britânico sempre foi o meu favorito. Frio, neblina, personagens horripilantes, lendas antiquíssimas, assasinatos macabros; parece que o clima europeu é propício para contos de terror.
Terminei de ler esse livro e pensei: “Nossa vai ser dificil definir o que estou sentindo agora?”. Em um percurso que oscilou entre achar trechos ora sensacionais, ora piegas tenho que admitir que o despertar da condição humana é um traço marcante na criação de Sara Gruen.